Minha História

 

Bom, sou o Lozandres Braga, Capixaba de Vila Velha, nasci em Agosto de 1972 e tive na minha infância, um pouco de dificuldades para ser mais um louco pelos Trapalhões.

Uma das coisas que posso me orgulhar, é de muitos flashes da minha infância que não esqueço e que nunca vou esquecer. Lembro-me em meados de 1976, eu morava em Santo Antônio Distrito de Cabo Frio/RJ à beira do rio, onde todas as manhãs antes do por do sol, escutava os barcos (botes) de pesca para entrar em alto mar, para trazer os sustentos de suas poucas famílias e amigos que ali moravam.

Por perto morava uma rezadeira onde tive que acompanhar a minha mãe e a minha irmã que tinha nascido há poucos dias para ser rezada. Era um costume das poucas famílias do pequeno povoado.

E não recordando direito como tudo começou, mas lembro como se fosse hoje, me deparei em minhas mãos neste dia, uma revista colorida e cheio de desenhos. E reparei que aquilo era uma novidade para mim, por que eu não conhecia um gibi e percebi que era um gibi dos Trapalhões, por causa do perfil dos quatro personagens que lembravam muito uns caras bem engraçados que eu assistia às vezes na televisão. Achei aquilo o Maximo e maravilhado com a novidade em minhas mãos, imitando a TV mesmo sem saber ler ainda.

O tempo passou e não recordo o que aconteceu com aquele gibi que ainda permanece na minha mente.

Diante de uma pequena televisão de 14 polegadas em preto e branco, eu assistia os Trapalhões ainda na TV Tupi. Meu pai sempre foi muito sério e tinha o programa dele predileto também... O Silvio Santos. Quando chegava o horário dos Trapalhões, eu timidamente, perguntava se podia colocar nos Trapalhões ou comentava que iria começar Os Trapalhões e esperava ele autorizar a rodar o pequeno botão numerado da televisão, até o numero seis.

Os Trapalhões sempre fizeram realmente, os pais acompanharem os filhos às boas gargalhadas. Ainda lembro-me da primeira TV em Preto e branco de 20 polegadas chegar em casa e em pouco tempo meu pai trazer uma espécie de um vidro ou acrílico meio colorido que colocava na frente da TV para visualizarmos a TV em a cores. Rsrs

Não tínhamos vídeo cassete para gravar os programas, mas me divertia gravando os programas com um gravador em uma fita cassete, lembrando e escutando tudo que tinha assistido até o próximo programa. E olha que desgravei escondido, algumas fitas de musica do meu pai e nunca fui descoberto. Rsrs

Todo o mês comprava rigorosamente os Gibis na única banca muito distante de casa sem o meu pai saber ou pedia para dois irmãos (Gardel e Alexandre), comprar para mim. Eu Trocava cinco ou mais gibis de outras coleções por um gibi dos Trapalhões que eu não tivessecom outros colegas. Eles eram cruéis comigo por que sabiam que a minha preferência eram Os Trapalhões. rsrs

É com grande tristeza que por um período fiquei longe dos Trapalhões devido do nosso Zaca ter partido muito cedo do nosso convívio.

Fiquei triste e não tive mais forças para acompanhar os programas com muita saudade do Zacarias. Como dizem, eles eram realmente uma mesa com os quatro pés e sem uma, ficou difícil... Assistia sim alguns programas, mas já não era a mesma coisa.

Na seqüência veio à perda do Mumu da Mangueira, aí ficou tudo péssimo.

O meu primeiro vídeo cassete foi comprado com certo sacrifício em um consórcio feito no quartel do Exército Brasileiro, onde estive por quatro anos. Comprei para justamente gravar as reprises que já estavam passando há algum tempo. Tive ajuda das minhas duas irmãs, para que elas gravassem todos os dias sem comerciais e enquanto isso eu passava as semanas no quartel.

E Comecei a conhecer a internet e ter acesso a alguns artigos que eu não pude ter guando pequeno. E assim começar a voltar a ter alegria tendo e mantendo tudo o que fosse necessário.

Apareceram alguns contatos que me ajudaram de alguma forma, adquirir alguns artigos. Entre eles o Diego. Estranhamente... O Diego foi o que eu tive menos contato em uma época de descobertas para se termos algumas coisas dos Trapalhões.

Acredito-me que estávamos com as mesmas intenções de conseguirmos algumas coisas e não tínhamos muito para oferecermos, enquanto outros tinham outras intenções lucrativas com o que tinham em mãos. Perdemos o contato então...

Eu sempre tive um sonho de construir um site dos Trapalhões com o máximo de informações que eu pudesse passar. Mas eu sempre na minha vida, tive dificuldades de fazer alguma coisa para mim mesmo. Sempre tive mais facilidade de me doar e ajudar.

Eis que ressurge para a minha surpresa??? O Diego com a sua alegria e uma vontade incrível, de construir um sonho que eu também tinha.

Ele já tinha dado o pontapé inicial e eu de poder colocar em prática, a realização deste Site.

 


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